segunda-feira, 19 de julho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 1 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Nossa vida

O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos.Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência. Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida. Adicionamos anos à extensão de nossas vidas, mas não vida à extensão de nossos anos. Já fomos à Lua e dela voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a rua e nos encontrarmos com nosso novo vizinho.Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência. Construímos mais computadores para armazenar mais informações para produzir mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação. Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra no lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição. São dias de duas fontes de renda, mas de mais divórcios; de residências mais belas, mas lares quebrados.São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável, ficadas de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar.São dias de templos cheios, mas de cristão vazios, dias de grandes líderes, mas menos servos, de muito fogo, mas pouca santidade.É um tempo em que há muito na vitrine e nada no estoque; um tempo em que a tecnologia pode levar-lhe estas palavras e você pode escolher entre fazer alguma diferença
Tesouros

Não jogue fora seus tesourosCerta vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua a cheia.Pensava desta forma: se tivesse um carro novo, seria feliz;Se tivesse uma casa grande, seria feliz;Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz;Se tivesse uma parceira perfeita, seria feliz,Quando tropeçou com uma sacolinha cheia de pedras
.Ele começou a jogar as pedrinhas uma a uma no mar cada vez que dizia: Seria feliz se tivesse...Assim o fez até que somente ficou com uma pedrinha na sacolinha, que decidiu guardá- la.Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso.
Você imagina quantos diamantes ele jogou ao mar sem parar para pensar?Assim são as pessoas... jogam fora seus preciosos tesouros por estarem esperando o que acreditam ser perfeito ou sonhando e desejando o que não têm, sem dar valor ao que têm perto delas.
Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam quão afortunadas são.Muito perto de si está sua felicidade.Cada pedrinha deve ser observada... pode ser um diamante valioso.Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e insubstituível.Depende de cada um aproveitá-lo ou lançá-lo ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-lo.
Você como anda jogando suas pedrinhas?(que podem ser namorados, amigos, trabalho e até mesmos seus sonhos).A morte não é a maior perda da vida.A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.
O cão velho

Uma senhora já idosa foi para um Safari, na África, e levou seu velho vira-lata com ela.Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido.
Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço... O velho cachorro pensa:
-Ops! Estou mesmo enrascado!
Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. E ao invés de apavorar-se mais ainda, o velho cão se junta ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador.Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto:
-Cara, este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí?
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com os pêlos arrepiados de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.
-Caramba! - Pensa o leopardo - Essa foi por pouco; o velho vira-lata quase me pega!
Numa árvore perto dali, um macaco assistia toda a cena e logo imaginou como se aproveitar daquela situação: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum...E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e desconfia:
-Aí tem coisa!
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que viu e faz um acordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo pelo cachorro velho, e manda o macaco subir nas suas costas.
-Você vai ver o que vou fazer com aquele cachorro abusado!
Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa:
-E agora, o que eu faço?
O invés de correr (já que suas pernas doídas não o levariam longe) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz:
-Cadê aquele macaco safado? Estou morrendo de fome! Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e não chega nunca!
Nem preciso dizer o que aconteceu com o macaco, não é?Moral da história:Não mexa com cachorro velho. Idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga. A sabedoria anda lado a lado com a experiência.
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